terça-feira, 18 de outubro de 2016

Cemitério de Santa Maria sem coveiro nos fins de semana

O vereador Luciano Guerra (PT) protocolou na tarde desta terça-feira um pedido de informações referente ao serviço prestado pela administração do cemitério Santa Rita. Segundo relato de famílias, não há coveiros no local durante os finais de semana e o sepultamento ocorre de forma improvisada até o próximo dia útil.

“Fui ao enterro de um familiar, que teve que ser sepultado de forma definitiva somente na segunda-feira, porque não tinha profissionais para trabalhar no cemitério. É obrigação da prefeitura saber o que está acontecendo, a quantidade de profissionais e tomar uma atitude, já que isso pode estar ocorrendo em outros locais também”, disse o parlamentar.

No documento enviado ao executivo, Guerra solicita que seja informado o número de coveiros e que o problema seja solucionado. “A perda de um familiar é um momento de muita dor e ninguém deveria passar por essa situação”, finaliza.

Texto e Foto: Fabricio Vargas

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Luciano Guerra é o vereador mais votado da história do PT em Santa Maria


Reeleito no último domingo com 4.215 votos, Luciano Guerra foi o vereador mais votado no pleito deste ano e bateu mais um recorde: foi o vereador mais votado da história do Partido dos Trabalhadores (PT) em Santa Maria.

De origem rural, Guerra é radialista há mais de 15 anos - apresenta o Programa Campo e Cidade na Rádio Medianeira AM, tem 41 anos, está no último semestre de gestão pública na Uninter, foi subprefeito do distrito de Palma – eleito pela comunidade quatro vezes e vai para o segundo mandato na Câmara.

“Entendo que a votação expressiva se deve ao trabalho direto com as comunidades, desde a implantação de nosso Gabinete Móvel. Percorremos milhares de quilômetros nesses últimos anos junto com nossa equipe pelos bairros, vilas e distritos. O diálogo e a participação nas comunidades seguirão sendo nossa principal bandeira. Um vereador de verdade precisa estar sintonizado com os anseios da população”, destaca.
Confira o quadro:

MAIS VOTADO DO PT
VOTOS
ANO
Luciano Guerra
4.215
2016
Helen Cabral
4.182
2008
Fort
4.083
2004
Valdeci Oliveira
4.030
1992
Misiara
2.982
2000
Jorjão
2.947
2012
Fernando Menezes
1.871
1996

Texto e foto: Fabricio Vargas

terça-feira, 12 de julho de 2016

Luciano Guerra pede esclarecimento dos gastos com a tocha olímpica em Santa Maria

O vereador Luciano Guerra (PT) solicitou à prefeitura uma prestação de contas detalhada dos gastos, que foram despendidos dos cofres do município na ocasião da passagem da tocha olímpica em Santa Maria.  De acordo com o parlamentar, a verdadeira situação da cidade foi mascarada e faltou transparência na divulgação dos custos com a programação.

“A passagem da tocha pela cidade foi realmente um momento histórico, mas não podemos deixar a euforia esconder os gastos que o município teve para fazer o evento. Nossa cidade está atirada às traças, os distritos abandonados, a saúde está na UTI e falta dinheiro para tudo. Não há transparência nesses gastos, queremos saber como foi feito, quais empresas foram contratadas, enfim, todos os gastos. A população merece saber”, explicou.


Texto e foto: Fabricio Vargas

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Hospital Regional de Santa Maria na pauta de encontro com Federação dos Hospitais

O presidente da Federação dos Hospitais Filantrópicos do Rio Grande do Sul, Francisco Ferrer, participou da reunião da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA) da Assembleia Legislativa desta quarta (6) e não poupou críticas ao trabalho do Estado no setor. Coordenada pelo deputado Valdeci Oliveira (PT), a reunião contou com a presença de diversos deputados e de representantes da área. 

Logo na abertura do seu pronunciamento, Ferrer afirmou que os hospitais são tratados de forma “intransigente e desrespeitosa” por parte do Estado. “Fomos chamados de mentirosos pelo representante do governo e isso configura uma agressão. Como pode este governo não manter uma relação de parceria e cordialidade com a rede de hospitais”, disse ele ao se referir às declarações feitas pelo secretário estadual da Saúde, João Gabbardo, na CSMA, há duas semanas.

Em tom bastante duro, Ferrer reafirmou que o Estado deve R$ 144 milhões para os filantrópicos, que são referentes a serviços prestados em 2016, no período entre janeiro e maio. Ele apresentou ainda o resultado de um levantamento realizado pela entidade que aponta que 91% dos 245 hospitais filantrópicos ou santas casas gaúchas têm recursos a receber do Palácio Piratini. “Seis mil trabalhadores já foram demitidos dos hospitais em função dessa situação. Além disso, 44% da rede apresenta atraso no pagamentos de salários, e 71% da rede deve honorários médicos”, salientou.

O deputado Valdeci afirmou que o relato feito amplia as preocupações sobre a crise na saúde gaúcha. Ele considera urgente que seja estabelecido um cronograma de pagamentos aos hospitais. “Ou se estabelece esse cronograma, ou, em seguida, terá que se fazer um decreto proibindo as pessoas de adoecerem”, disparou ele.

A base de apoio do governo Sartori também demonstrou contrariedade com os rumos da saúde. “Se não alterar a situação, 50% dos hospitais filantrópicos gaúchos podem fechar até o final do ano”, previu o deputado e médico Pedro Pereira (PSDB).

Cobranças – A Federação dos Hospitais Filantrópicos também apresentou à Comissão de Saúde as principais medidas para amenizar a crise: pagamento imediato dos R$ 144 milhões devidos pelo Estado nesse ano; o estabelecimento de um cronograma de pagamentos até o final do ano; a retomada do pagamento de incentivos para o co-financiamento hospitalar e o repasse emergencial de R$ 150 milhões à rede de hospitais no segundo semestre. “A situação exposta aqui, hoje, é gravíssima. E ainda existem as dívidas do Estado com os municípios e a ameaça do governo Temer de reduzir bruscamente o já insuficiente orçamento da saúde”, analisou Valdeci.

Hospital Regional – Mais uma vez, o deputado Valdeci aproveitou a reunião da Comissão de Saúde para cobrar a situação do Hospital Regional de Santa Maria. Com a obra concluída, o complexo aguarda há um ano e seis meses por definições sobre o seu sistema de gestão. “O Hospital Universitário, no bairro Camobi, está com mais de 70 macas pelos corredores para dar conta da demanda, enquanto nada se define sobre o Regional. Isso é uma demonstração de irresponsabilidade por parte do Estado e de apego à cultura da enrolação”, criticou ele.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Recepção da Lei Kiss é aprovada pela câmara



Comissão em visita ao Corpo de Bombeiros
O Projeto de Lei Complementar (PLC) 8290/2015 que recepciona a Lei Estadual 14.376, conhecida como Lei Kiss, no município de Santa Maria foi aprovada na tarde desta terça-feira, 14, durante a sessão plenária.

O texto substitutivo foi construído em conjunto com diversos setores públicos, secretários do município, Corpo de Bombeiros, entidades empresariais, classistas e Associação dos Familiares de Vitimas e Sobreviventes da Boate Kiss (AVTSM).

Após cumprir todos os prazos legais, promover uma Audiência Pública e receber sugestões da comunidade em geral, o projeto de lei sofreu diversas alterações. O PLC 8290/2015 agora segue para a sanção do prefeito Cezar Schirmer.

O presidente da comissão, Luciano Guerra (PT), acredita que é um passo importante para avanços efetivos na prevenção de incêndios e unificar a legislação. 

“Esse é o resultado de um trabalho em conjunto e talvez uma das mais importantes leis que votamos na casa, neste ano. O projeto deve agilizar os processos, sem descuidar da preservação da vida e da proteção às pessoas”, comemora. 

Lei Kiss

A Lei 14.376, conhecida como Lei Kiss, foi regulamentada no estado em setembro de 2014 e estabelece normas de segurança, prevenção e proteção contra incêndios no Rio Grande do Sul. Na lei encontra-se um dispositivo que orienta os municípios adequarem essa legislação para uniformidade das normas técnicas, prazos de adequação das edificações existentes e áreas de risco de incêndio. 

A Lei Kiss também descreve as penalidades e infrações que podem ser aplicadas com o descumprimento dessas diretrizes. Atualmente, as duas legislações – municipal e estadual – se confrontam e para isso dificulta o trabalho de profissionais como o Corpo de Bombeiros, por exemplo. 

A comissão da Câmara é formada pelos vereadores Luciano Guerra (presidente), João Ricardo Vargas (vice-presidente) e Cezar Gehm (relator).

Texto e foto: Fabricio Vargas

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Luciano Guerra cobra implantação de projeto que fiscaliza trabalho dos médicos

Na manhã desta quinta-feira, 09, o vereador Luciano Guerra (PT) formalizou cobrança de implantação do projeto de lei de sua autoria, apresentado ainda em 2013, que obriga as Unidades de Saúde do município a fixarem o nome, horário e especialidade dos médicos de plantão.

De acordo com o parlamentar, que é vice-presidente da comissão de saúde e meio ambiente da câmara, a comunidade tem o direito de saber e poder cobrar se o médico não estiver atendendo no horário em que deveria estar trabalhando.

“Arrisco em dizer que se os médicos cumprissem suas cargas horárias não estariam faltando profissionais dos postos de saúde. Uma atitude deve ser tomada imediatamente pela secretária de saúde”, disse.

Através de um requerimento, Guerra também pediu informações sobre a carga horária que cada profissional deve cumprir nas unidades, com cópia da efetividade.

“Não é possível que a prefeitura ainda cogite a redução da carga horária dos médicos. E como ficam aqueles que precisam de atendimento? Que precisam posar nas filas para serem atendidos?”, indaga.

Texto e foto: Fabricio Vargas


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Luciano Guerra cobra descaso com o interior



A situação do interior de Santa Maria já passou do ponto crítico. É lamentável o abandono dos nossos distritos e um exemplo disso, é a situação em que se encontra as estradas da localidade de Banhados, em Santa Flora: mesmo sem chuva, carros e caminhões atolam diariamente e o transporte escolar foi suspenso.